Enton VII

10Jul09

Deixemos esse assunto de bochecha e afins de lado e vamos partir para o lado prático disso aqui. Quer dizer, não existe um lado prático para este blog, mas mudemos de assunto antes que eu saia pelas ruas usando uma máscara para esconder essa dita saliência. As pessoas por aqui poderiam pensar que estou com aquela gripe com o nome que muda a todo momento, ou então que aderi a ‘moda’ que o Michael lançou há um tempo atrás…

Ontem foi feriado em São Paulo, né? Aposto que passou seu dia sem fazer nada, curtindo coisa alguma! E eu aqui em clima de mudança, no meio da bagunça, respirando poeira e dormindo no sofá… O mundo é muito injusto mesmo.

O término de um relacionamento de mais de cinco anos é, deveras, engraçado. Por um lado tu fica se martirizando pelos anos vividos a troco de nada, pelos planos desfeitos e pelos sonhos que viraram pesadelo. Já por outro lado, a sensação de não ter que dividir o controle remoto da televisão com outra pessoa é nada mais, nada menos que indescritível!

Claro que é muito difícil perceber que seu ‘príncipe encantado’ não acorda mais do seu lado, mas nunca deixei a melancolia tomar posse de meus pensamentos. Portanto, não será dessa vez que ela vai me pegar. Levantei acampamento, juntei minhas trouxas e serei uma guria solteira feliz. Serei sim!

(desativar modo diário de desabafos)

Acredito poder sentar no Masp a la ‘riponga’ na segunda-feira. E depois, claro, saborear o Mc que alguém me prometeu. Tão indescritível quanto a sensação de posse do controle remoto é o ato de segurar nas mãos um ‘bigui méqui’… Ontem à noite, tudo o que eu mais queria era poder sentir isso, porém, tive me contentar com o ‘espetinho’ servido com mandioca na esquina com a única avenida da cidade. #fimdomundo!

Minha manhã já esta terminando e meu único desejo nesse momento é desafiar alguém no JamLegend. (Hey, tu passa horas no Guitar Hero? Enton, eu também não. Por isso uso o genérico ‘di grátis’ on line).

-Neste exato momento quatro pestinhas guris estão na minha calçada gritando “eu quero chuva!” no intuito de fazer contato com São Pedro. Eles só não sabem de duas coisas essenciais:

1) Se continuarem com esses gritos irritantes, vou lá fora e começo a cantar Calypso, jogando desesperadamente meu cabelo para a direita e para a esquerda, feito uma certa cantora. Certeza que ao me verem, voltarão para suas respectivas casas e nunca mais dormirão com medo de sonhar com essa cena bizarra;

2) São Pedro não mora no céu e não é ele que determina os dias que vai chover. Aliás, quem é o dito São Pedro? O.o”



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